quinta-feira, 7 de agosto de 2008


"porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos..." - Is 55:9a

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E voltei a lê-lo ("Romance à maneira de Deus") por causa da Cíntia e Felipe.

Tenho sido edificado tremendamente com a leitura. O Senhor tem minstrado comigo em outras áreas. Tem a ver com renúncia verdadeira.

Tenho percebido que muito do meu velho homem agnóstico ainda vive - será que alguém tem um porrete (ou melhor, uma cruz) aí?.

Se estou certo, um agnóstico é alguém que até crê que Deus possa existir, mas não acha que ele influencia os acontecimentos.

Lembro-me de uma vez em que conversava com o Carioca e a Vivi num churras em casa (famosos churras em São Miguel). Estava em uma das minhas fases de questionamentos espirituais (ou seja, estava me sentindo uma merda) e perguntei a eles se criam, ou como viam a Deus. O Carica ilustrou-o como um "cara" que fica lá em cima só olhando prá nós. Como alguém que planta algumas sementes e fica só observando as plantinhas crescerem...

-- Carioca, tenho algo prá te dizer: - Deus não é isso!!! OK?!

Enfim, o que percebo nesses dias é que há ainda em meu coração um padrão de pensamento assim em muitas áreas. Na verdade o Senhor já ministrava comigo sobre isso comigo quando estava lendo o "Enganado, Eu?" do Craig Hill (outra ótima leitura!).

Ocorre que, sem perceber, não confio que Deus vá agir em determinada área de minha e acabo assumindo o controle. Não é consciente, é um padrão na alma, um paradigma.

É mais ou menos assim: oro por determinada coisa. Então, ao invés de descançar, esperar em Deus e crêr verdadeiramente que ele irá me abençoar e fazer o melhor prá mim, no Seu tempo e do Seu modo, quero assumir o controle.

Vou na força do meu braço e tento fazer acontecer por não crer profundamente que Deus realmente fará.

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quarta-feira, 6 de agosto de 2008


"Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o SENHOR" - Isaías 55:8


À maneira de Deus


Estou lendo, novamente, um livro que minha esposa (na época namorada) havia me emprestado há muito tempo. Eu o havia lido "de uma sentada", em umas 6 horas, quando viajava de ônibus até Araçatuba.

Lembro-me que na época fiquei bastante impressionado e emocionado com o livro. Eu sabia, em meu coração, que era benção. Mas, incrédulo e desconhecedor da Palavra do Senhor, não achei possível (e nem queria) aplicá-lo a minha vida. Aquilo não era prá mim, pobre perdido.

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